Sinais misteriosos
Já ouviu falar de agroglifos? Criamos um na cidade de Piraí do Sul, no Paraná, para mostrar como a internet via satélite da HughesNet chega até as áreas rurais!

Saiba mais sobre a HughesNet em viasatelite.com.br.
A explicação do misterioso sinal no campo
Entenda como surgiu a ideia de criar o agroglifo e relacionar a marca HughesNet a essa ação.
Sinal de Wi-Fi desenhado no campo é ação de marca da HughesNet

Sinal de Wi-Fi desenhado no campo é ação de marca da HughesNet

A Hughes, líder mundial em telecomunicações via satélite, criou uma ação de branding para comemorar dois anos de lançamento no Brasil de sua unidade de negócios residenciais com o serviço HughesNet, internet banda larga via satélite, além da ampliação da área de cobertura com um novo satélite. A empresa construiu um agroglifo com o símbolo do Wi-Fi em uma plantação de aveia em Piraí do Sul, no interior do Paraná. Agroglifos (também conhecidos como Crop Circles ou Crop Signs) são marcas desenhadas em plantações, e foram popularizados na Inglaterra na década de 1970 e, muitas vezes, a origem desses desenhos é atribuída a causas sobrenaturais.

De acordo com Humberto Grote, diretor de vendas e marketing da Hughes do Brasil, o objetivo foi despertar a curiosidade das pessoas e, assim, chamar a atenção para as mensagens da ação. “A Hughes ampliará a cobertura de seu serviço de internet via satélite HughesNet para 90% da população brasileira, e nosso principal foco continua sendo a área rural. Para comemorar esse feito, surgiu a ideia do agroglifo. Apostamos no fator surpresa para impactar a população, e deu certo.”

Para realizar essa ação, a Hughes contratou a Catalunya Filmes, que ficou responsável por desenhar na plantação o símbolo do Wi-Fi e registrar a produção em um filme que será veiculado na internet. Para manter o mistério, o desenho foi feito durante a madrugada, entre a segunda-feira (13) e terça-feira (14).

Para aumentar a repercussão da iniciativa, uma edição do jornal “Folha do Campo”, criado pela empresa especialmente para esta ação, foi enviada a jornalistas e influenciadores apenas com a capa impressa e um ramo da aveia da plantação do desenho estava entre as páginas em branco dessa primeira versão.

“Quisemos gerar um mistério em torno do desenho enquanto filmávamos as cenas internas em uma locação na mesma fazenda. Além da versão impressa, criamos um site do jornal com mais informações, como o endereço da fazenda e comparação com outros agrolifos que já apareceram no Brasil”, explica Marcelo Juliato, gerente de comunicação da Hughes. Os jornalistas e influenciadores que receberam o jornal impresso iniciaram a discussão da ação de marketing, mas outra corrente passou a questionar a origem do desenho. "As pessoas começaram a divulgar uma foto nas redes sociais, aumentando o alcance da ação", comenta Rodrigo Cavalieri, head de marketing da Hughes. "Foi uma ação de engajamento que todos nós adoramos ter posto em prática." A coordenação da campanha de comunicação com jornalistas e influenciadores foi feita pela agência RP1 Comunicação.

A criação do desenho na plantação foi um trabalho complexo que envolveu uma série de profissionais “Contratamos um topógrafo e conversamos com agrônomos para nos ajudar a entender a dinâmica da plantação e a melhor forma de criar o desenho, e com um complicador: como fazê-lo durante a madrugada para que as pessoas não vissem a equipe trabalhando”, complementa Caio Bocuti, sócio e produtor executivo da Catalunya Filmes.

A revelação da origem do sinal de Wi-Fi no campo ocorreu no sábado, dia 18, e contou com voo cativo de balão para permitir aos visitantes observarem a figura do alto. Outro ponto muito importante foi a escolha do local. “A plantação utilizada para a ação é composta de uma aveia que prepara o solo para o futuro plantio. Dessa forma nenhum alimento foi desperdiçado nessa ação”, explica Bocuti.

Todo o conteúdo da ação, quando pronto, será disponibilizado aqui no site folhadocampo.com.br, com os releases para a imprensa, fotos dos eventos e making-of.

Informações para a imprensa – HUGHES
RP1 Comunicação
Diana Carvalho – dianacarvalho@rp1.com.br
Luciana Lima – lucianalima@rp1.com.br
RP1 Comunicação
Tel.: 11 5501-4655 | 5102-4146
www.rp1.com.br
Internet via satélite muda rotina dos moradores da zona rural
Quem vive nas grandes cidades e tem à disposição diversas formas de conectividade nem imagina as dificuldades que grande parte da população brasileira que reside no interior e na zona rural sofre para conseguir se comunicar com eficiência. Segundo pesquisa TIC Domicílios 2017, divulgada recentemente pelo Comitê Gestor da Internet (CGI.br), 66% dos domicílios brasileiros na área rural ainda não têm nenhuma forma de acesso à internet. Esses dados evidenciam que ainda há um longo caminho a percorrer no Brasil em relação à inclusão digital, e a internet banda larga via satélite se mostra uma solução eficaz para proporcionar a conectividade nessas localidades afastadas dos grandes centros urbanos.

A pedagoga Roberta Pessoa, por exemplo, residia em São Paulo e decidiu mudar-se em 2014 para Paraisópolis (MG), incentivada pela busca de melhor qualidade de vida e, principalmente, a chance de tornar viável a criação de um sítio para plantar e vender alimentos orgânicos. No entanto, a falta de comunicação na região foi a maior dificuldade para pôr o plano em prática, e somente com a HughesNet, internet via satélite, a empreendedora teve a chance de finalmente criar eu negócio, o cestadositio.com.br. Hoje, Roberta e a família moram e produzem alimentos na área rural e vendem, pela internet, para a cidade de São Paulo, onde fazem entregas quinzenais. Em apenas dois meses de funcionamento, o negócio se tornou a principal fonte de renda da família. “Até a chegada da HughesNet à região, não tínhamos encontrado nenhuma forma de instalar a internet em casa. Chegamos a procurar empresas de soluções a cabo e via rádio, mas, mesmo oferecendo custear a instalação, não quiseram trazer internet para o bairro rural”, conta Roberta.

O caso de Roberta não é isolado. O restaurante e vinícola Entre Vilas, que se encontra em um mercado bastante diferenciado - voltado a quem procura uma experiência gastronômica genuína - oferece pratos requintados feitos com ingredientes regionais, em ambiente rústico e natural, e está localizado em um sítio na área rural de São Bento do Sapucaí, na Serra da Mantiqueira (SP). O restaurante segue o conceito “slow food”, que tem como objetivo promover maior apreciação da comida, melhorar a qualidade das refeições, bem como valorizar o produto, o produtor e o meio ambiente. Além do restaurante, o Entre Vilas também conta com uma vinícola no Altiplano do Baú, a 1.600 metros acima do nível do mar, onde produz vinhos artesanais.

Contudo, a falta de infraestrutura na área rural passou a ser um problema para o negócio. “Não há sinal de celular no sítio que abriga o restaurante e a vinícola, e a internet via rádio não chegava com qualidade”, afirma Rodrigo Veraldi Ismael, proprietário. Assim, a solução encontrada pelo proprietário foi a internet via satélite HughesNet. Com o auxílio da internet, houve melhora significativa na comunicação, tanto para os clientes do restaurante, quanto para os próprios funcionários. Antes, os pagamentos eram feitos apenas mediante dinheiro vivo ou cheque, e agora os clientes também podem usar cartão de crédito como método de pagamento.

A carência de acesso de qualidade na área rural é facilmente suprida com a internet via satélite. Lançada no Brasil em 2016, a HughesNet é a líder mundial em internet via satélite. “Nossa missão é prover internet de qualidade e melhorar o acesso à comunicação, especialmente em áreas não atendidas pelos meios tradicionais”, diz Rafael Guimarães, presidente da Hughes no Brasil.

Essa carência de acesso à internet, levou Marli Broering, uma das proprietárias da Pousada Chuá-Chuá, localizada na zona rural de Urubici (SC), a utilizar os serviços de banda larga via satélite em 2017. Desde então, conseguiu aumentar o número de reservas em 80%. “Para utilizar a internet, mesmo do celular, nossos hóspedes precisavam ir até o centro da cidade. Mas agora, com a internet via satélite, tivemos um ganho expressivo de satisfação dos clientes e dos próprios funcionários, além de aumento significativo no número de reservas”, afirma Marli.

“Para nós, é gratificante contribuir com o crescimento de negócios na área rural e na inclusão digital do País, fornecendo acesso de qualidade para que produtores e empresas fora das grandes cidades possam contar também com a força da internet para crescer”, conclui Guimarães.
HughesNet comemora dois anos no Brasil com expectativa de crescimento e foco na área rural
HughesNet comemora dois anos no Brasil com expectativa de crescimento e foco na área rural
2018 é um ano muito especial para a Hughes. A empresa, líder mundial no fornecimento de serviços de rede e tecnologia de comunicação via satélite, está comemorando 50 anos de história no Brasil. A companhia americana chegou ao país em 1968 e foi a responsável pela venda dos primeiros satélites de telecomunicações brasileiros.

“Ao longo destes 50 anos de história no país, a Hughes sempre teve papel de destaque no mundo das comunicações via satélite. Começamos vendendo equipamentos, depois incorporamos prestação de serviços de rede corporativa ao nosso negócio, e agora oferecemos serviços ao consumidor final. Esses fatores marcam uma transformação significativa nas atividades da companhia e a coloca como parte fundamental da história das comunicações via satélite no Brasil”, diz Delio Morais, CEO da Hughes no Brasil.

Em 2016, a Hughes fez mais um grande investimento no Brasil, ao apostar no segmento B2C, com o lançamento da HughesNet, marca que veio para atender às necessidades do consumidor final que precisa de internet em locais considerados desatendidos. No país, o serviço opera na banda Ka, faixa em que os satélites de alta capacidade trabalham com um custo mais baixo, além de receber os mesmos padrões globais de qualidade.

Atualmente, a HughesNet cobre cerca de 4 mil municípios e oferece planos com velocidade de acesso a partir de 10 Mbps para residências ou pequenas empresas, com franquia de dados, que varia de 30 GB a 80 GB.

No início deste mês, a Hughes anunciou que o lançamento de seu payload 63W em banda Ka no satélite Telstar 19 Vantage foi um sucesso, e o serviço deve começar a funcionar no início do quarto trimestre de 2018, depois que a manobra orbital e os testes do satélite forem concluídos. Com esse novo satélite de alto throughput (HTS) na América do Sul, a Hughes vai oferecer o serviço HughesNet de internet banda larga para empresas e residências, serviços de redes corporativas para grandes empresas, backhaul de celulares para operadoras de telefonia móvel e serviços de Wi-Fi comunitário para prover acesso à internet a populações mais carentes.

O satélite vai ampliar a cobertura de internet em cinco países da América Latina, alcançando 90% das populações de Chile, Colômbia, Equador e Peru. No Brasil, onde o serviço HughesNet já está disponível, o novo payload vai complementar o serviço e ampliar a cobertura em mais mil municípios, oferecendo conectividade a mais de 90% dos brasileiros. Os investimentos no país não param por aí, e um novo satélite já foi anunciado: o EchoStar XXIV. O novo satélite será utilizado nas Américas e será responsável por mais que o dobro da capacidade de banda Ka da Hughes na região. Equipado com a última geração do sistema Jupiter, o novo satélite permitirá aumentos significativos no desempenho do serviço, com velocidades de até 100 Mbps.

O Echostar XXIV aumentará a capacidade e o suporte na expansão do negócio para Estados Unidos, Canadá, México, Brasil e outros países na América do Sul. Com lançamento planejado para o começo de 2021, o satélite ajudará no crescimento contínuo da HughesNet e fornecerá novas capacidades em uma ampla gama de setores, incluindo o consumidor final, empresas, aeronáutica e backhaul para telefonia celular e Wi-Fi. “Por utilizar tecnologia via satélite, conseguimos chegar às regiões mais remotas e afastadas dos grandes centros urbanos, levando internet banda larga de qualidade para locais desatendidos por outras tecnologias, especialmente em pequenas cidades e na área rural”, diz Rafael Guimarães, presidente da Hughes no Brasil.
O que são agroglifos?
O que são agroglifos?
Os círculos nas plantações, também chamados de agroglifos, são formações de tamanho considerável criadas por meio do achatamento de uma cultura, como cereais, cana, capim e aveia. Estas marcas em plantações normalmente são complexas e nem sempre apresentam forma circular. Muitos estudiosos analisam a origem destas figuras.